me twitta que eu te twitto

Sem saber o que twittar, digo, postar, fiquei pensando no quanto a internet está irremediavelmente presente na minha vida. Bla bla bla. Vocês já conhecem essa história né, então não me darei ao trabalho de traçar um panorama da web do início até aqui. Fiquei pensando nisso agora porque no domingo fui assistir A Era do Gelo 3 – muito legal, aliás – com três amigos que fiz através da internet. Amigos estes que em princípio têm afinidades fotográficas comigo, digamos assim. Karina Kohl, Omar Junior e Paty Souza são do Sul Foto Clube, como eu. E são pessoas queridas e divertidas. Afinal, não fosse assim eu não aceitaria ir ao cinema com eles 😛


Internet. Pois heis que os amigos cibernéticos vão ao cinema mas não se desligam do mundo virtual né. Omar registrou tudo o que fizemos através do seu celular chiquetoso. Detalhe: twittando tudo. Aliás, eu ainda não tinha falado do Twitter aqui pois não acho necessário. Embora muita gente me pergunte “afinal, o que é o Twitter?”, eu sempre acabo respondendo com o antigo slogan da Unisinos: pra saber tem que viver =P


Sempre que surge algo novo na net – principalmente uma rede social ou algo do tipo – eu me cadastro. Porque sou curiosa e sociável, quase sempre. E gosto de experimentar, quase sempre também… Com o Twitter não foi diferente. Tinha o cadastro há meses mas só agora me viciei. É, viciei. Nada sério também. E acho que daqui a pouco passa, mas é divertido e até tem uma certa utilidade.


Foi divertido ver o Omar twittando nossa espera pelo cinema, a pipoca gigante na sala escura e o chopp escuro pós-cineminha. Foi sim. E foi mais divertido chegar em casa e retwittar tudo! Mas analisando friamente, o Twitter é o legítimo BBB da internet. Nem blog, nem orkut, nem msn são tão instantâneos quanto o Twitter. O troço é o rádio da internet. Falo isso porque o rádio consegue ser o mais instantâneo veículo clássico de comunicação. E no rádio os textos têm de ser curtos também. Aliás, o sucesso do site está justamente no fato de que os usuários não podem escrever muito em cada twittada. E vou confessar que isso acaba sendo um bom exercício de síntese, o que não deixa de ser útil a um jornalista né.


Enfim, seguirei twittando a vida adoidada até quando estiver a fim. Ah, dá uma olhada em uma das fotinhas.

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7 pensamentos sobre “me twitta que eu te twitto

  1. Legal o texto Jac! E sigo achando que se não for também ao vivo essas amizades vituais não fazem tanto sentido! Afinal é preciso estreitar o laços e isso a gente faz ao vivo!
    beiJu com um pontinha de ciuminho (do bom, claro) desse cineminha de vcs!

  2. A gente se conheceu pelo Flickr, depois pelo Orkut, depois pelo MSN, depois ao vivo e depois te instiguei a voltar pro Twitter! AHAHAHA

    Adoro internet. Mas não gosto dessas redes novas de relacionamento como Facebook e afins. Nem me interesso em ver, pra te ser sincera. Orkut já acho que tá de bom tamanho, afinal, os brasileiros já invadiram o Orkut, agora eles tem que invadir tuuuuudo, né?

    🙂

  3. Eu tava pensando sobre isso… acho que twitter e as redes sociais como um todo, ajudam o ser humano a lidar com a questão da finitude e da solidão. A gente tem prazer em saber que alguém se interessa, que tem alguém que quer saber o que fizemos, o que pensamos, curiosidade em descobrir quem somos nós.

    lembro da música do zeca baleiro (“você me faz parecer menos só, menos sozinho… você me faz parecer menos pó, menos pozinho!”).

    um dia ainda vou experimentar esse tal twitter! heh

    beijos, beijos, gaúcha preferida :*

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