Cinevida

 

Sexo, drogas e rock and roll. Todo filme musical tem um pouco disso. E eu gosto. Gosto de filmes musicais.

 

Na década de 50 um cara que vendia ferramentas e gostava de tocar violão decidiu montar uma banda, se vestir todo de preto (por não ter nada melhor) e tentar gravar um disco. Tá certo que esse começo foi meio patético já que eles tocaram uma música gospel que não tinha maiores atrativos. Mas, essas histórias de ícones da música sempre têm algo a nos ensinar…

 

O cara acabou tocando uma música que ele tinha composto e, resultado: gravaram o disco.

 

(Reflexão número 1: é preciso acreditar naquilo que fazemos e não ter vergonha de mostrar aos outros.)

 

 

Em meio a relações conflituosas com a família, turnês, sucesso e muita música, Johnny Cash gravou seu nome na história fonográfica mundial. Ao mesmo tempo que surgiam Elvis e Jerry Lee Lewis, ele embalou multidões com sua voz grave e suas letras densas. E conheceu June Carter.

 

Independente de quanto o filme retrata fielmente a história desse casal, é interessante ver como é difícil fugir dos sentimentos da gente. Daqueles verdadeiros, que não ousamos confessar nem em frente ao espelho. Ninguém consegue escapar de suas verdadeiras paixões. Nem profissionais, nem sentimentais. Ou elas se manifestam secretamente para todo sempre ou em algum momento vêm à tona. Assim é nos filmes. Assim é na vida.

 

 

Walk the line, traduzido como Johnny e June no português, é um filme divertido. Recomendo para quem gosta de boa música e daquele clima gostoso dos anos 50. E a moça que faz a June (Reese Whiterspoon, de Legalmente Loira, lembra?) ganhou o Oscar por essa interpretação. Aqui tem uma crítica sobre a película. Façam seus próprios julgamentos.

 

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5 pensamentos sobre “Cinevida

  1. Não sei por quê, mas todo filme que envolve história de músicos tem um ‘Q’ de romance. Ainda fico com a triologia do Mad Max, pois água açucarada dá cárie nos dentes.

    Quando tiveres um tempo, veja “Control: The Ian Curtis Film”, que conta a história do vocalista do ‘Joy Division’ (que após sua morte tornou-se o conhecido ‘New Order’).

    Meus comentários parecem ácidos? Esse sou eu. 🙂

  2. Ah, muito bacana esse filme. Vi ele na semana passada, e reza a lenda que em duas semanas ele entra na grade de programação do Telecine. E isso só por que eu recém aluguei. Só pra me chamar de bobo…rs…

    Essa é uma retribuição a uma visitinha que tu fez a algum tempo no meu humilde blog.

    Um beijo.

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