Odeio quando isso acontece, mas acabei de esquecer o que ia escrever.
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Nesse post eu escrevi sobre a última parte de um texto do Mário Quintana. Lembram? Pois é. Quem quiser ler o texto na íntegra, clica ali no Jac Oliveira.
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Tem uma música que eu ouvi umas, sei lá, duas vezes mas que ficou incrustada na minha cabeça. Talvez porque alguns dos seus versos aparentemente desconexos se encaixem perfeitamente em alguns flashs dos meus 20 e poucos anos. Talvez porque eu entenda perfeitamente tais incoerências do destino… Talvez porque quando leio essa letra, lembro que um simples toque no rosto pode ser, muitas vezes, a chave para o coração…
Eu enxergo o que você sente.
Mas você responde com a boca: não.
Sua boca diz que não. Mas quando não diz nada.
Me beija: sim.
Depois do beijo olho de novo.
Em seus olhos.
E vejo: sim
Seus olhos dizem sim
Você retira a mão do meu rosto
E pede perdão: não
Me beija de novo
Como quem suplica
Um silêncio que diz sim
Te abraço então
Agora é teu corpo
Que diz: não
Você pede que eu volte
E nessas idas e vindas o amor enfraquece
Até o fim
Letra: Martha Medeiros / Música: Nenhum de Nós
PS: Leiam o post abaixo que é novinho tb.






Olá, adorei vir aqui! Voltarei sempre ! Ah, e vc perguntou se eu consegui seguir o que escrevi. Sim, consegui. Quero viver a minha vida da minha maneira. Se a gente der bola prá tudo, afff.. o nosso mundo pára, não é? Adorei seus textos. Posso linkar seu enedreço ?? abraços e bela semana !! Ps. adoro Martha Mederiros!
Oi, sou um adorador desta música e de outras tantas que retratam sentimentos presos ou mesmo os vividos.
Algumas frases mesmo sem muito nexo ou fundamento específico, acabam por sinalizar algo para nós, por bem ou mal, sem querer trazem lembranças.
Bacana de sua parte esta observação.
Abraços.